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Nos EUA, dinheiro dos impostos é usado para drag queens lerem livros infantis para crianças em bibliotecas públicas.
Artigo original de Amanda Prestigiacomo. Você pode ler o artigo completo no Daily Wire (aqui).
No site você pode assistir a um vídeo de 12 segundos em que as drags recitam versinhos rimados para as crianças.
As organizações de esquerda se juntaram para trazer “A Hora da História da Drag Queen” para escolas e bibliotecas financiadas pelo poder público nos Estados Unidos. A moda parece ter começado em São Francisco, e na imprensa feminista de Nova York, mas o Canadá também está entrando na onda.
“Grandes personalidades com grandes cabelos compartilhavam histórias na Biblioteca Pública de Edmonton, no domingo à tarde que diziam que gostariam de ter ouvido quando eram crianças”, relata a CBC News.
“Não há problema em ser diferente”,disse Lourdes, uma das drag queens que comanda o evento, a cerca de cerca de 150 pessoas.
Outra drag queen,  TJB, disse:
“Edmonton ainda tem um clima muito conservador e, para jovens crianças impressionáveis, ​​que podem não se encaixar nas caixas binárias do mundo, é muito importante que elas tenham exemplos de pessoas e lugares em que possam crescer, que sejam inclusivos”.
A Universidade de Alberta, na pessoa de Kristopher Wells, diretor de faculdade do Instituto de Estudos e Serviços de Minorias Sexuais, promoveu a ideia da hora da história da dragqueen, chamada “Hora do Arco-Íris Além “, na biblioteca.
“O que eu aprendi hoje é que não há nada melhor do que uma drag queen lendo uma história”, disse Wells. “Lágrimas vieram a meus olhos vendo o fluxo das famílias aqui e o entusiasmo onde as pessoas se sentiam seguras e como se estivessem em casa”.
“Ver a atenção arrebatada dessas crianças, o entusiasmo, a felicidade, a liberdade de elas poderem ser elas mesmos, para comemorar suas famílias e refletir a nossa comunidade, é disso que deve se tratar o orgulho”, acrescentou Wells.
Um estudo do National Center for Transgender Equality mostra que 30% das pessoas transsexuais já foram passaram pela experiência de ser sem-teto e 40% tentaram suicídio, mas programas como “A Hora da História da Drag Queen” celebram e ativamente incentivam a confusão de gênero em crianças pequenas. A esquerda tenta culpar a sociedade por altas taxas de suicídio entre aqueles que se identificam como transexuais. No entanto, o transsexualismo tem sido definido como uma doença mental chamada disforia de gênero, que muitas vezes é acompanhada por depressão severa, ansiedade e pensamentos suicidas.
Fonte:
http://www.dailywire.com/news/17459/publicly-funded-drag-queen-story-hour-targets-amanda-prestigiacomo
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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.