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Del LaGrace Volcano, que nasceu intersex (com ambos os sexos) tem
um filho de 5 anos, Mika, e outro de 3, Nico.
A cada manhã ele insta com Mika se ele quer ser chamado de menino ou menina.

Resumo:

Queer quer dizer estranho, bizarro.
O movimento que adotou esse nome quer criminalizar os valores que a sociedade cultiva, e substitui-los pela compulsão,  obsessão a perversão, como formas toleráveis de comportamento social, assim como a pedofilia, sadomasoquismo, zoofilia, etc…
Os países nórdicos, onde esses movimentos começaram, agora os tratam como incompatíveis com o pluralismo e a democracia.
Por Antonio Fernando Pinheiro Pedro. Leia o artigo completo aqui.
O tecido social das sociedades é construído organicamente. Ele é alimentado pelos valores morais cultivados pelos cidadãos comuns – com suas virtudes e misérias.  É o senso comum o fator de equilíbrio social.
No entanto,  graças ao supremacismo vitimizador, as relações sociais da cidadania vêm sofrendo impressionante esgarçamento. Os poucos movimentos de resistência são denunciados como preconceito e sofrem policiamento hipócrita das autoridades.
Mas é esse o objetivo do movimento: destruir o senso comum, criminalizando-o, e inibir opiniões discordantes aos valores propugnados pelas minorias – cuja conduta apresenta crescente agressividade.
A ideia embutida na causa é impor aceitação incondicional dos valores distorcidos, como a nova regra a ser seguida – e não admitir qualquer tolerância crítica. Explico: o tolerante é aquele que discorda, mas não discrimina – é aquele que garante o debate e o pluralismo de valores e ideias no mundo democrático, compreendendo as diferenças e respeitando o senso comum – até mesmo para mudá-lo.
Para os supremacistas-vitimizadores, o tolerante é justamente o grande inimigo. Ele quebra o ciclo da violência, evita a confrontação e desmoraliza o discurso “politicamente correto”, usado pelos supremacistas como canal de extravasamento de rancores, atitudes segregacionistas, ofensividade e recalques.
O tolerante, por não discriminar, deve ser incriminado pelo que pensa. Para tanto, sua opinião discordante será sempre rotulada pelos supremacistas como “fobia” – e a saída supremacista para o rótulo é justamente criminalizar a “fobia” e amordaçar a sociedade. O objetivo é reprimir o senso comum que esteia o tecido social.

O movimento Queer é ramo deste supremacismo vitimizador.  A teoria Queer  tem íntima ligação com os movimentos libertários da contracultura e da revolução sexual, nos anos 60/70 – fortemente influenciados por Herbert Marcuse e Michel Foucault


O movimento Queer e a intolerância

O discurso Queer foi buscando via própria como teoria libertária nos anos 80, moldando-se como meio de afirmação gay, lésbico e feminista.Porém, com o advento da supremacia das minorias no discurso politicamente correto, o movimento Queer ganhou notoriedade e permitiu-se rasgar a fantasia, transformando-se de “libertário” em “liberticida”.

É preciso explicar o detalhe: os adeptos do movimento Queer resolveram “aprofundar” sua crítica á ideia de que o gênero é parte essencial do indivíduo.  Posto isso, o movimento passou a combater a ciência e a negar a sexualidade biológica.

Os Queers negam as conquistas da ciência desengajada. Ignoram que a ciência constatou a natureza biológica da afetividade sexual, homo e hetero, sem descurar da distinção biológica de sexo.

Foi essa mesma ciência que compreendeu o fenômeno raríssimo da transsexualidade. Aliás, a natureza biológica da sexualidade e da afetividade foi a razão de ser dos movimentos de busca da tolerância para com a diversidade sexual no mundo moderno.

Os Queers, porém, não aceitam essa via. Ignoram a distinção sexual biológica para impor uma distinção determinada por impulsos comportamentais.  Desumanizam o gênero humano, transferindo a noção de “gênero” para os comportamentos “desviantes”, determinados por impulsos sexuais. Desconhecem a natureza da sexualidade para classificar “gêneros” pelo impulso comportamental do indivíduo – psicopata ou não. Esse detalhe diz tudo a respeito do que se pretende com a mostra do Santander.

Não se trata a mostra queer de arte em prol da tolerãncia e, sim, de proselitismo em favor da mais egocêntrica e recalcada intolerância.


Psicopatia militante 

O pensamento Queer busca diluir-se no movimento gay, mas não possui qualquer identidade com a vertente tradicional e democrática do combate ao preconceito contra homossexuais.O movimento gay firmou sua posição política de combate ao preconceito pautado pela ciência, mostrando a determinação biológica da atração sexual e do comportamento homoafetivo –  razão da luta política pelo direito do indivíduo assumir sua real identidade.

Os queers dominam a chamada “ideologia de gênero”, que despreza a ciência absolutamente. Eles buscam a supremacia política da ação “contra-natural” – como fenômeno exclusivamente comportamental, voluntário, ligado á “liberdade da psiqué”. Posto isso, os queers expandem seu universo abrangendo TODO tipo de impulso sexual considerado “desviante”.

Na verdade, como já dito, o movimento Queer confunde gênero com sexo e abole o último de forma a não distinguir sexos mas sim impulsos eróticos e comportamentais. Portanto, o queerismo é propositada e notoriamente marginal. Não propõe qualquer conciliação social ou “tolerância” para com diferenças, pois sua atividade se inclui nos processos sociais que sexualizam a sociedade como um todo, forçando unilateralmente  a tolerância aos chamados “desvios de comportamento”.

Os Queers querem “heterossexualizar e/ou homossexualizar instituições, discursos e direitos” pela subversão da tolerância, priorizando comportamentos erotizados, obssessivos e compulsivos, ditados pela psiqué. Sua ideologia não é libertária e sim liberticida, sexista, comportamental, provocativa, movida pelo rancor social e pela apologia dos “desvios” como ação revolucionária.

Segundo seus teóricos, o movimento Queer  objetiva inverter a perspectiva social como qualquer outro movimento de cunho esquerdizóide. No entanto, propõe como estratégia revolucionária explicitar a sexualização da sociedade sob a ótica dos “socialmente estigmatizados”.

Identificados os agentes da transformação, o movimento Queer prioriza identidades sociais “desviantes”, que passa a considerar absolutamente normais. Sua noção de “cidadania” é baseada na identidade dos “sujeitos do desejo”, que os queers classificam como legítimos e ilegítimos – sendo “ilegítimos” todos os que se firmam na conduta acorde com o senso comum,  natural,  seguindo vocação biológica. Neste rol de “ilegítimos”, os queers incluem homossexuais com comportamento “familiar” ou “moralmente enquadrado na estrutura burguesa”.

Os Queers desprezam gays e lésbicas que não lutam para a “mudança radical da sociedade”. Também não consideram parte de seu movimento os transsexuais que  buscaram a medicina visando um “enquadramento social”. Consideram que estas “culturas sexuais”, uma vez normalizadas, não mais apontam para a mudança social – tal qual entendem ocorrer com a conduta heterossexual…
É a subversão dos subvertidos. O movimento Queer pretende representar o sonho marcuseano do resgate puro da aliança entre a marginalidade e a intelectualidade contra toda a “ordem burguesa”. Vai além: quer transformar a compulsão, a obsessão e a perversão em formas toleráveis de comportamento social. É assim que propugna a subversão revolucionária dos valores “burgueses”.
Daí o interesse em privilegiar extremos comportamentais, como a  travestilidade, a transgêneridade e a intersexualidade, “culturas sexuais não-hegemônicas” caracterizadas pela “subversão”. Também objetiva, o movimento Queer, o “rompimento com normas socialmente prescritas de comportamento sexual e/ou amoroso” – leia-se: apologia à pedofilia, sadomasoquismo, zoofilia, etc… como “atos libertários”.

O modus operandi do movimento é a “performance”… a apologia à psicopatia como forma de agressão.

Foi nesse contexto “suavemente psicopata” que ocorreu a “mostra cultural do Santander”. Foi um evento provocativo como são provocativas todas as performances queer em manifestações, as injúrias em locais públicos e os comportamentos absolutamente inadequados em recintos submetidos a alguma disciplina de convivência comum.

É preciso repetir. Não se trata de movimento democrático, pluralista ou “libertário”. Pelo contrário, é radical, liberticida, preconceituoso, sexista e perverso – na mais ampla conotação que se possa dar ao termo.


O declínio da ideologia de gênero

Enquanto no Brasil somos obrigados a suportar  os Queers por não sabermos diferenciar joio e trigo no ativismo homossexual – e nem o movimento parece sabê-lo – no mundo mais civilizado a coisa começa a mudar.
Os países nórdicos já começaram a reagir ao movimento, que teve na região profunda influência, com resultados desastrosos.
Os governos da Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia, determinaram a suspensão dos financiamentos até então concedidos ao Instituto Nórdico de Gênero, entidade promotora de ideias ligadas às chamadas “teorias de gênero“ – ponta de lança do movimento Queer.
A medida veio após a exibição, em 2010, do filme “Hjernevask” (“Lavagem Cerebral”), que questionava os fundamentos científicos dessas teorias – que, de fato, não passam de teorias sem comprovação empírica. No filme fica patente o comportamento anti-científico dos  teóricos do gênero, que negam  o fundamento biológico nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres, afirmando que elas se devem meramente a construções sociais, enquanto cientistas mostram resultados de testes empíricos que constatam diferenças inatas nas preferências e comportamentos de homens e mulheres.
No vídeo, a “filósofa do gênero” Catherine Egeland, uma das entrevistadas, chega a afirmar que “não se interessa nem um pouco” por esse tipo de ciência e que “é espantoso que as pessoas se interessem em pesquisar essas diferenças” (!). A declaração selou o destino do “queerismo” em direção à incompatibilidade com o pluralismo e a democracia.
É preciso, portanto,  parar de confundir as bolas. O movimento Queer, apenas explicita melhor o funesto labirinto de conceitos e preconceitos que a ideologia de gênero pretende implantar na sociedade democrática.
Vamos por partes
A transexualidade orgânica é fenômeno muito raro. Diz respeito ao campo da medicina e demanda apoio da psiquiatria e da psicologia. O interesse do direito é de natureza civil, quanto à adoção da identidade.
Fenômeno absolutamente diverso é o homossexualismo – que nada tem de “raro” e cujo componente genético é hoje reconhecido pela medicina. Daí, portanto, demandar tutela na aceitação social.
Esses biotipos têm seu lugar na vida, tal qual os biotipos heterosexuais.
A desgraça da ideologia de gênero, e que revela sua periculosidade, foi pretender misturar fenômenos naturais com manifestações de caráter comportamental complexo, ligadas à libido, aliando manifestações artísticas, performáticas, estereótipos, distúrbios psicológicos e até psicopatias no mesmo discurso de “aceitação social”.

Essa imensa bobagem militante, carregada de recalques, rancores, vitimizações, hipocrisias, ignorâncias e ma fé, vem reforçando preconceitos e ostentando estereótipos que esgarçam a fibra da tolerância social.

Assim…

O gênero humano é um só, composto de indivíduos de sexos opostos, masculino e feminino. Já a sexualidade pode ser determinada por fatores naturais, envolvendo atratividade por indivíduos do mesmo sexo, bem como pode incorrer em paradoxos afetos  à  medicina, como é o caso da transsexualidade.  Fora isso, incorre-se no domínio vasto e complexo dos comportamentos compulsivos, obssessivos e dos hábitos extravagantes.  Transformar e segregar este universo em “gêneros” é negar a natureza  humana e desumanizar a sexualidade.O documentário norueguês está chegando tarde ao Brasil…

Enquanto o documentário não vem, bancos precariamente administrados no campo da relação com a sociedade, como o Santander, patrocinam um movimento rancoroso e preconceituoso,  pretextando combater o preconceito sexual, apoiados por uma mídia ignorante.

A mostra do Santander sofreu pela péssima comunicação e pela má fé em não explicitar a ideologia por trás do “Queermuseu”. Submeteu  estudantes de escolas públicas e inocentes desavisados a provocações pedófilas, cenas de zoofilia e de perversões provocativas, emolduradas ou esculpidas.

Não foi arte, foi proselitismo sob o pretexto de pregar “tolerância transgênero” e “liberdade de escolha”.

O problema, no entanto, é que  segundo os organizadores da mostra queer, a “escolha”, por ser comportamental, não guarda relação com o crescimento e o amadurecimento do ser humano, pode ser “conquistada”  desde a tenra infância… ainda que prejudique para sempre a vida e a determinação biológica da criança.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

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