iconfinder_vector_65_12_473798

Filie-se!

Junte-se ao Conselho Internacional de Psicanálise!

iconfinder_vector_65_02_473778

Associados

Clique aqui para conferir todos os nossos Associados.

iconfinder_vector_65_09_473792

Entidades Associadas

Descubra as entidades que usufruem do nosso suporte.

mundo

Associados Internacionais

Contamos com representantes do CONIPSI fora do Brasil também!

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

(*) Alexandre K. Vidal

Se você está triste, não faz exercício suficiente ou tem alta pressão sanguínea, você pode se pegar reclamando mais sobre problemas de memória, mesmo se for um adulto, de acordo com novo estudo da UCLA (Universidade da California de Los Angeles – USA).
Pesquisadores da UCLA e da organização Gallup entrevistaram mais de 18.000 pessoas sobre sua memória e uma variedade de estilos de vida e fatores de saúde anteriormente mostrou aumentar o risco de Alzheimer e demência. Descobriram que muitos destes fatores de risco aumentaram a probabilidade de problemas de memória auto-percebidos entre todos os grupos etários de adultos.
As descobertas, publicadas na edição de 4 de junho do jornal PLOS ONE, podem ajudar cientistas a melhor identificar como o atual estilo de vida e opções saudáveis impactam a memória no futuro. Examinando estas relações potenciais, afirmam os cientistas, poderia ajudar a identificar intervenções destinadas a reduzir o risco de problemas de memória.

doli
Os 18.552 indivíduos entrevistados tinham idade entre 18 e 99 anos. Os fatores de risco conhecidos nos quais os cientistas focaram incluíram depressam, educação de baixo nível, sedentarismo, alta pressão sanguínea, diabetes, obesidade e fumo. Eles estavam surpresos pela prevalência de problemas de memória entre adultos, disse um dos autores do estudo, dr. Gary Small, professor Parlow-Salomão sobre envelhecimento da UCLA e diretor do Centro de Longevidade da UCLA. “Neste estudo, pela primeira vez, definimos que estes fatores de risco poderiam também ser indicativos de problemas prematuros de memória, os quais muitas vezes precedem declínios da memória mais significativos mais tarde na vida,” disse Small, que também é um professor de psiquiatria e ciências biocomportamentais, no Instituto Semel para Neurociência e Comportamento Humano na UCLA.
Depressão, baixo nível educacional, sedentarismo e alta pressão sanguínea aumentaram a probabilidade de problemas de memória nos adultos (18-39), pessoas de meia idade (40-59), e idosos (60-99), descobriram os pesquisadores. Depressão foi o mais forte fator para problemas de memória em todos os grupos.
Tendo apenas um fator de risco aumenta significantemente a frequência de problemas de memória, independentemente da idade, de acordo com os pesquisadores. Problemas de memória aumentam quando o número de fatores de risco aumenta.
No geral, 20% de todos os entrevistados tinham problemas de memória, incluindo 14% de adultos, 22% de meia idade e 26% de idosos.
Os pesquisadores apontam que, em geral, problemas de memória in adultos podem ser diferentes daqueles que atingem idosos. Para adultos, estresse pode desempenhar mais de um papel e a onipresença da tecnologia – inclusive os aparelhos de internet e wireless, os quais podem muitas vezes resultar em frequente multi-tarefa – pode impactar suas capacidades de atenção, tornando mais difícil focar e lembrar.
Small afirma que estudos anteriores têm mostrado que a educação é um elemento-chave da “reserva cognitiva”, a habilidade de compensar a patologia cerebral progressiva. Estes resultados sugerem que perseguir atividades educacionais em qualquer estágio da vida pode ser útil.
“Esperamos que nossas descobertas aumentem a consciência entre os pesquisadores, profissionais da saúde e o público em geral sobre a importância de reduzirmos estes fatores de risco em qualquer idade, como nos blindando e tratando a depressão e alta pressão sanguínea, nos exercitando mais e promovendo a educação das pessoas”, disse o dr. Stephen Chen, um professor clínico associado de psiquiatria e ciências biocomportamentais no Instituto Semel e o primeiro autor do estudo.
“Estamos planejando usar estes resultados como uma base para estudos futuros para melhorar o entendimento de como reduzindo estes fatores de risco é possível reduzir a frequência de problemas de memória”, disse o autor Fernando Torres-Gil, um professor na escola Luskin de Relações Públicas da UCLA e diretor associado do Centro de Longevidade da UCLA.
A pesquisa Gallup usada no estudo foi feita entre dezembro de 2011 e janeiro de 2012 e foi parte do Gallup-Healthways, Indez Bem-Estar, que inclui questões de votação relacionadas à saúde e ao estilo de vida. Entrevistadores conduziram pesquisas de campo e entrevistas telefônicas que obteve uma amostra de 90% da população americana, afirmaram os pesquisadores.

Fonte: medicalxpress.com/news/2014-06-poor-health-lifestyle-factors-linked.html

*Tradução: Alexandre K. Vidal, instrutor de Técnicas de Aprendizagem e Ciências Comportamentais do Instituto de Educação e Serviço Social e do Conselho Internacional de Psicanálise.

star-line-clipart-22
Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.