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Um olhar atento a um transtorno que afeta 40 milhões de vidas.
[…]*
O mais importante de tudo, eu aprendi tudo o que podia sobre transtorno de pânico para podere assumir a responsabilidade no meu processo de cura. Para mudar, eu tinha que primeiro entender os fatores que causavam esse transtorno e como evitar que ele acontecesse novamente.
 
Embora tenha sido uma jornada dolorosa, eu me tornei mais compassiva como resultado. Pela primeira vez na minha vida, sei o é uma condição debilitante. As pessoas não conseguem simplesmente “superar isso”, como eu costumava pensar ao dizer “Supere isso.” Nos dias em que eu sinto sintomas de pânico, continua a ser uma jornada difícil. No entanto, embora eu saiba que posso ter esses sintomas de forma intermitente o resto da minha vida, o pior ficou para trás. E não importa onde eu vá, eu levo minha cura – relaxamento, conhecimento e oração – comigo.
 
Ainda é difícil, para uma perfeccionista como eu, entregar as    preocupações diárias a Deus e perceber minhas limitações, mas fazer isso substitui o medo e a ansiedade com esperança e cura. De acordo com especialistas como Hart e Ross, a recuperação vem em aprender a viver uma vida normal, sem medo dos ataques de pânico recorrentes. À medida que o tempo passa, eu sei que estou quase lá.
Cindy Baun é uma escritora freelance, que vive com o marido e quatro filhos em Indiana.
* artigo completo, exclusivo para assinantes
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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.