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Jovem demais para decidir a hora de dormir.
Com idade suficiente para escolher seu gênero.

Por Caffeinated Thoughts.

O Colégio Americano de Pediatras (ACPeds) chama atenção para uma importante  análise  publicada recentemente pelo Dr. James Cantor, um psicólogo e cientista de comportamento sexual, que demonstra que a Política da Academia Americana de Pediatria (AAP) de afirmação da transição sexual para todas as crianças não se baseia em evidências.

A AAP divulgou recentemente uma  declaração de política  declarando que todas as crianças, independentemente da idade, devem ser imediatamente confirmadas de acordo com sua autoproclamada identidade de gênero. A política da AAP dá a impressão de que a segurança e a eficácia da afirmação de transição para todas as crianças é uma questão de ciência estabelecida. Isso é categoricamente falso. 

Em sua análise, o Dr. Cantor descobriu que a AAP ignorou um corpo significativo de pesquisa que contradiz sua diretiva de “exclusivamente afirmar a transição sexual”. Além disso, tendo revisado o Dr. Cantor as referências do documento, ele descobriu que grande parte da pesquisa da AAP  cita, na verdade fundamenta a abordagem baseada no consenso de “espera vigilante”, que é julgada “ultrapassado” em sua política. 

Em contraste, a  declaração política  do Colégio Americano de Pediatras (ACPeds) sustenta que a avaliação crítica dos fundamentos psicológicos da disforia de gênero seja a primeira coisa a fazer, e que a espera vigilante subsequente, ou terapia familiar com um olho em facilitar o conforto com o sexo biológico da criança, é melhor para as crianças. 

Vergonhosamente, a AAP deturpou a ciência a fim de promover uma agenda política, fomentada pelos líderes da AAP do movimento transexual, com o precioso custo da saúde e do bem-estar das crianças.

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.