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Rodrigo Constantino, em seu site, escreveu um artigo sob o título SOLTARAM OS MALUCOS E ELES SÃO PERIGOSOS, onde  fala sobre a política antimanicomial. Reproduzimos sua pequena lista das tragédias causadas por ela.

Leia também Como Surgiu a Condenação aos Manicômios.

1) Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, o Cadu, já tinha passado por tratamento em São Paulo quando matou o cartunista Glauco e seu filho. Foi para Goiânia, ficou somente um ano internado e foi posto nas ruas para continuar o tratamento ambulatorialmente, num Caps Álcool e Drogas, considerado modelo nacionalmente. Durante o tratamento, ingressou numa faculdade de psicologia (isso mesmo: psicologia), arranjou um emprego numa companhia telefônica (sem que seus patrões ou colegas soubessem de seu passado, pois seus tutores esconderam sua ficha pregressa) e, como atividade principal e autêntica, era integrante de uma quadrilha de roubo de veículos em Goiânia. Nessa condição cometeu mais dois latrocínios. Ou seja, quatro homicídios praticados com a cumplicidade de juízes, promotores, psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais que compõem ou apoiam o Caps.

2) Alexandre Fernando Aleixo acertou com um taco de beisebol, dentro da Livraria Cultura, na Paulista, o designer Henrique Carvalho Pereira, 22 anos. O rapaz ficou dez meses em coma e morreu. O assassino vivia em tratamento ambulatorial, solto nas ruas.

3) Em Sorocaba (SP), Márcio José Moreira, 41 anos, era paciente de um Caps e recebia atendimento ambulatorial, inclusive em casa. Durante uma das visitas periódicas do enfermeiro Antonio Carlos de Matos, 31 anos, para lhe dar a medicação, ele matou o profissional com uma facada no tórax, sem que seu pai, que também estava na casa, tivesse tempo de acudir a vítima.

4) O publicitário João Eduardo Marcone Madureira, 50 anos, matou, em Sorocaba, o médico Eduardo Guenka, 76 anos, de quem fora paciente psiquiátrico. A própria mãe do assassino, antes do crime, queria interná-lo compulsoriamente devido ao perigo que representava.

5) Em Conceição do Araguaia (PA), um paciente do Caps chamado Jéferson matou a facadas o funcionário Carlos Henrique, dentro da unidade de atendimento.

6) Em Campo Grande (MT), Alberto Almeida Faria, 36 anos, que estava em tratamento num Caps, matou o irmão Gilberto Almeida Faria, 35 anos. Antes, havia agredido a irmã a chutes durante um jantar da família. A vítima foi defendê-la e acabou morta com um espeto.

7) Antonio Gerardo matou com 40 facadas Antonio de Pádua, seu colega de tratamento no Caps de Parnaíba (PI). Ele entrou com a faca na unidade de saúde.

8) Valmir Heinz, 45 anos, matou o pai, Edulino Heinz, 78 anos, com facadas e golpes de martelo em Florianópolis. O assassino recebia atendimento médico ambulatorial uma vez por semana.

9) Em Dourados (MS), Renan Franco, 33 anos, assassinou o pai, Rubens Franco, 56 anos, com sete facadas no pescoço. O assassino sofria de distúrbios mentais e estava em tratamento ambulatorial.

10) Em Bodó (RN), José Ausônio, 32 anos, matou a mãe, Luíza Francisco, 64 anos, com uma soleira de cimento. O assassino estava em tratamento no Caps de Currais Novos.

11) Uma mulher de Morada Nova (CE) matou o filho de nove meses. Ela fazia tratamento no Caps do município.

 

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Editorial

Colunista do Conselho Internacional de Psicanálise.

Opinião

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